Estudo: subprodutos de tomate são fontes sustentáveis de bioativos

Subprodutos industriais de tomate contêm quantidades significativas de compostos bioativos que podem ser utilizados como fontes de antioxidantes para formulação de alimentos funcionais ou agir como ingredientes conservantes.
O estudo, publicado na revista LWT – Food Science and Technology (doi: 10.1016.j.lwt.2011.12,036)– comparou a concentração de componentes bioativos em subprodutos de tomate processado com tomate in natura. Segundo o grupo de pesquisadores, o subproduto dos tomates processados apresentou menor quantidade de licopeno, porém maiores níveis de betacaroteno, tocoferóis, esteróis e terpenos. Já o perfil de ácidos graxos é similar.
Muitos desses fitoquímicos – tocoferóis, polifenóis, carotenoides, alguns terpenos e esteróis podem ser isolados dos resíduos e utilizados como antioxidantes naturais nas formulações de alimentos funcionais e como conservantes para aumento de shelf-life.
O tomate (Lycopersicon esculentum L.) é o segundo vegetal mais importante no mundo (ficando atrás apenas da batata), com uma produção anual de 100 milhões de toneladas do fruto fresco em 144 países. O processamento é acompanhado pela geração de uma enorme quantidade de resíduos, compostos por substâncias biorgânicas como sementes, polpa e pele. O aproveitamento desses resíduos tem sido grande foco de estudos.

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